
Quem tivesse um amor
Quem tivesse um amor, nesta noite de lua,
para pensar um belo pensamento
e pousá-lo no vento!
Quem tivesse um amor – longe, certo e impossível -
para se ver chorando, e gostar de chorar,
e adormecer de lágrimas e luar!
Quem tivesse um amor, e, entre o mar e as estrelas,
partisse por nuvens, dormentes e acordado,
levitando apenas, pelo amor levado…
Quem tivesse um amor, sem dúvida nem mácula,
sem antes nem depois: verdade e alegoria…
Ah! quem tivesse… (Mas, quem teve? quem teria?)
(Cecília Meirelles)

OLhe, sem ser bajulador ou falso, considero esta poema muito lindo.
Lindo como o vento que sopra num afago sincero.
Magnífico por a sua brisa construir castelos sólidos consolidados e existentes.
Enfim, Deslumbrante! Belo!
Bem-Haja Amigo pela sensação da descoberta de uma verdadeira poetisa.
Parabéns!
Beijos respeitadores
poliedro
Vi que já possui o link do meu blog.
Vou colocar o seu imediatamente.
Saudações Amigas e OBRIGADO.