Ao longo dos anos,
Descobri que nada sei,
Nada fui,
Nada sou,
Nada serei,
Se não tiver, pelo menos, o ar que respiro
Para me alimentar de vida.
O resto, é conseqüência dos meus atos,
dos meus fatos,
do vaso de porcelana que me tornei,
e que a vida por diversas vezes quebrou,
e em cacos constantemente se fez.
Mas por várias vezes,
brilhantemente, me restaurei
Esse poemas foi feito originalmente no meu outro espaço – She´s Like The Wind - como resposta a uma reflexão voluntária: “Ao Longo dos Anos” que me foi passado pela Mélica.


Que o “restauro” da existência seja uma evidência concretizada em sonhos de encantar.
Não permaneça desencatada. Fico preocupado.
Uma poesia de sons belos, sentimentos maravilhosos, emoções encantadas, é o que desejo numa brilhante forma de expressar as palavras.
Fluem livremente ao som de uma melodia linda.
Traduzem um sentir, um existir, um amar.
O vento e a brisa que sopra, pode estar certa, que só pode desembarcar na felicidade. Acredite!
Beijos com respeito e estima
pena
Lindo, lindo, lindo…
Estou a pensar com meus botões para responder, oquéi?
Beijusss,
P.
Realmente encanta quando se escreve assim.
Quanta doçura e deslumbre enriquecem o seu existir, sentir e viver.
Maravilhoso!
Obrigado pela linda mensagem adornada de encanto, depositada lá no meu canto.
Um sentido Bem-Haja!
Beijos Amigos por tudo e pelo talento.
pena
Beth Show!! ****
Que belo! Maravilhoso! Ameii…
Ontem, vi flores encantadoras, orquideas rarissimas nos troncos caidos no rio, mas vivas, sobrevivendo nos trocos.
Pensei: – Poxa, quem sera que as derrubou?
Reflexiva : As arvores os homens as derrubam para escrever seu vazio e as orquideas que moram nessas arvores estao la para que eu, pudesse admira-las. Me encantar com suas cores, lilas, brancas, verdes, rosa pink com verde etc.
E me fazer saber que ate ali, minha vida valeu à pena.