Roda-Gigante
Quero apenas subir na roda-gigante,
E do alto apreciar a cidade sobre meus pés.
Não quero bolo, velas faiscantes,
muito menos ser a anfitriã do dia
recebendo gente bacana
na minha casa bacana.
Permitam-me, querer ser esquecida
no dia em que quero ser criança;
comer pipoca, cachorro-quente,
rir a toa, gritar e morrer de medo
quando a roda-gigante, de repente, parar…
para depois voltar a girar.
Assim como a vida…
(Beth Santana)


olá! gostei muito desse poema e gostaria de saber se eu poderia pucblicá-lo no meu novo blog, é q eu vou inaugurá-lo e encontri o q precisava, algo simples e profundo, com muita autenticação. me responde tá!? axl-load@bol.com.br
Nada disso mocinha. Criança não pode ser esquecida. Mas, é mesmo delicioso ter ao menos uns parcos momentos em que possamos esquecer que crescemos e nos tornamos no adulto que agora briga e amedronta nossa criança.