Muito cedo, porém, volve os olhos OrfeuE de novo ela cai, e de novo morreu!Como conseguirá as três Parcas domar?Crime não houve teu, se não é crime amar.E, agora, debruçado sobre os montes,Junto à água das fontesOu onde o Hebro abre seu caminhoOrfeu chora sozinhoE, em luto e pranto, invoca a alma querida,Para sempre perdida!Agora, [...]
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Grito de orfeu
Publicado em Uncategorized em 24 Abril, 2008 | 3 Comentários »
Simplesmente Caio
Publicado em Uncategorized em 15 Abril, 2008 | 1 Comentário »
.. Mas só muito mais tarde, como um estranho flash-back premonitório, no meio duma noite de possessões incompreensíveis, procurando sem achar uma peça de Charlie Parker pela casa repleta de feitiços ineficientes, recomporia passo a passo aquela véspera de São João em que tinha sido permitido tê-lo inteiramente entre um blues amargo e um [...]
Não goste do amor
Publicado em Uncategorized em 8 Janeiro, 2008 | 2 Comentários »
Goste de alguém que te ama, Alguém que te espere, Alguém que te compreenda mesmo nos Momentos de loucura; De alguém que te ajude, que te guie, que seja Teu apoio, tua esperança, teu tudo.
Goste de alguém que não te traia, que seja fiel, Que sonhe contigo, que só pense em ti, Que só [...]
Quem tivesse um amor
Publicado em Uncategorized em 10 Agosto, 2007 | 1 Comentário »
Quem tivesse um amor
Quem tivesse um amor, nesta noite de lua,
para pensar um belo pensamento
e pousá-lo no vento!
Quem tivesse um amor – longe, certo e impossível -
para se ver chorando, e gostar de chorar,
e adormecer de lágrimas e luar!
Quem tivesse um amor, e, entre o mar e as estrelas,
partisse por nuvens, dormentes e acordado,
levitando [...]
Meus Sentidos em Você
Publicado em Uncategorized em 21 Julho, 2007 | 6 Comentários »
Observo você chegando
Sorrindo, seduzindo
Lindo menino
Ouço teus passos
Caminhando em meu corpo.
Respiro tua presença.
Ah! O teu cheiro
Misturado aos teus perfumes
Quero e experimento
Os sabores de teu suor
E no toque de tuas mãos
No calor de tua cor
Na sedução de teu olhar
Me entrego
E como no mortal jogo da esfinge
Decifrastes meus sabores
Inteligentemente e sutilmente
Me desnudando, analisando
Mirando e desejando
Serei tua
Então peça
Ouvirei teu [...]
Chorei
Publicado em Uncategorized em 4 Julho, 2007 | 2 Comentários »
No manto da noite
Céu de insignificantes estrelas
Sem o brilho de minha lua
Vejo
Ouro e diamante
Rubis e esmeraldas
Silenciosa explosão de cores
Observo
Eram luzes
Eram meus pensamentos
Era o brilho do teu olhar
Era minha saudade
Não
Era apenas um balão
Chorei
Poucas horas
Publicado em Uncategorized em 2 Julho, 2007 | 1 Comentário »
Gosto de te falar besteiras
Ao pé de teu ouvido
Me delicio com tuas risadas
Elas fazem perder o sentido.
Não interessa meu nome,
Não percas tempo com tolices.
Temos apenas essa noite,
Serei para ti, as tuas meretrizes.
Não haverão novas luas,
Somos amantes de poucas horas.
Dê-me o nome que quiseres;
Serei hoje, as tuas mulheres.
Ah! mas continuas rindo
Não me levas a sério.
Prometo! Serei [...]
Se cada dia cai
Publicado em Uncategorized em 25 Junho, 2007 | Deixar um comentário »
Se cada dia cai
Se cada dia cai, dentro de cada noite,
há um poço
onde a claridade está presa.
há que sentar-se na beira
do poço da sombra
e pescar luz caída
com paciência.
Pablo Neruda
Desencontros
Publicado em Uncategorized em 20 Junho, 2007 | 4 Comentários »
É tarde
Preciso seguir minha estrada
Tem um mundo que me aguarda
Não posso observá-lo da janela
Vendo-o passar
Me espera
Entenda ….. é a minha estrada
A estrada que preciso seguir
Longe de ti.
Espera um pouco, só mais um pouco
Não quero me demorar
Mas tenho histórias para ouvir
Coisas a ensinar
A estrada da vida me aguarda
Não podes me acompanhar
Quem sabe um dia ouvirás o [...]
Cinco Minutos
Publicado em Uncategorized em 19 Junho, 2007 | 2 Comentários »
Ei! Consegui te ler.
Estou a pensar sempre em tuas atormentadas linhas. Breves linhas que me trouxeram a angústia de teus sentimentos. Ah! maldita estrada que de tão longa não me permite vencer com rapidez curvas e retas, para chegar ao destino, ao teu destino e encostar tua cabeça em meu colo.
Sinto teu silêncio latente. Diz! [...]
